
PARTE II
- OH JOSIAS, ONDE É QUE TU ESTÁS? - agora a mana parecia aflita. Abriu a porta da rua e foi procura-lo no pequeno jardim das dianteiras, “será que ele saiu para a rua?”, questionava-se.
Como não o viu, voltou para dentro.
Procurou em cada cantinho e de repente começou a sentir um cheiro forte a perfume. Com curiosidade seguiu o cheiro e deparou-se com o pequenino que se encolhia todo atrás do sofá de canto da sala.
Procurou em cada cantinho e de repente começou a sentir um cheiro forte a perfume. Com curiosidade seguiu o cheiro e deparou-se com o pequenino que se encolhia todo atrás do sofá de canto da sala.
- Não me voltes a fazer isto... estava assustada. - começou a mana a descompo-lo. - Até pensei que tivesses saído para a rua sozinho! Não sabia de ti! - O Josias começou a chorar.... - Porque é k te escondeste? -perguntou a mana?? Isso não se faz! - então o Josias começou a contar aos soluços.
- Porque... porque... porque eu tinha medo que ralhasses comigo.
- Porque é que eu havia de ralhar contigo?? Fizeste alguma asneira? - perguntou confusa com os soluços da criança.
- Não! - respondeu. Se a mana não sabia, não lhe ia contar, se não ela ia ficar ainda mais zangada.
- Não! - respondeu. Se a mana não sabia, não lhe ia contar, se não ela ia ficar ainda mais zangada.
- Se não fizeste nenhuma asneira não há razão para tanto choro. - Com o alivio de o ter encontrado já nem reparava no cheiro a perfume. - desculpa se te assustei, mas estava mesmo ralada. Não te voltes a esconder assim. Se quiseres brincar as escondidas, avisa primeiro.
O Josias limpou as lágrimas e a mana assoou-lhe o narizinho.
Vá, vai lá brincar. - disse ela.
(continua)
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